Homem segura um microfone e fala durante plenária com servidores públicos municipais.

Candidato a deputado federal destaca a segunda maior reserva mundial e defende investimentos em tecnologia, conhecimento e produção nacional.

O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, atrás apenas da China, mas ainda enfrenta o desafio de transformar esse potencial mineral em desenvolvimento econômico, tecnológico e social.

Para João Paulo Cunha, candidato a deputado federal, a riqueza do país precisa ir além da exportação de matéria-prima e ser utilizada para gerar conhecimento, empregos qualificados e produtos de maior valor agregado.

As terras raras reúnem 17 elementos químicos essenciais para diferentes setores de alta tecnologia, incluindo veículos elétricos, turbinas eólicas, smartphones e equipamentos eletrônicos. Apesar de seu enorme potencial, o Brasil ainda precisa avançar no domínio das etapas de beneficiamento, refino e industrialização. É justamente nessa cadeia que João Paulo defende uma política de Estado capaz de aproximar mineração, pesquisa, universidades e indústria, fazendo com que uma parcela maior da riqueza permaneça no país.

Vista aérea de uma grande área de mineração a céu aberto, com diferentes níveis de escavação e máquinas no local

Área de mineração a céu aberto em região de exploração mineral no Brasil | Crédito: Internet

O governo federal vem trabalhando na construção de uma Estratégia Nacional de Terras Raras, com estudos voltados ao desenvolvimento organizado dessa cadeia e sua integração às políticas industrial, ambiental, de inovação e de transição energética. João Paulo afirma que pretende contribuir para esse debate no Congresso Nacional e, a pedido do presidente Lula, coloca sua candidatura a deputado federal, com o número 1325, como parte de um projeto de fortalecimento da indústria, da soberania tecnológica e da capacidade do Brasil de transformar suas riquezas em oportunidades para a população.